E pensar que corri
Quando a conheci.
Por quê?
Timidez talvez.
Sou um cara tímido.
Talvez não estivesse pronto
Para olhar para a luz.
Estou acostumado às trevas.
Hoje tudo é diferente.
Já consigo olhar,
Mas ainda tenho medo.
Medo não! Dúvida.
Então ficarei por aqui.
Dividido. Na dúvida.
Entre a luz e as trevas,
Até que uma me consuma!
terça-feira, 29 de maio de 2007
sexta-feira, 11 de maio de 2007
ACASO
Ela sempre esteve presente.
Eu nunca a notei.
Ela ali.
Eu aqui.
De repente o acaso
Coloca-nos lado a lado.
Surpresa!
Adorável surpresa!
Hoje dou risos
Com os seus sorrisos.
Alegro-me com o seu bom-humor.
Faz-me pensar com suas idéias.
Agradeço ao Acaso.
Obrigado Destino
Por ter nos unido.
Por que perdi tanto tempo?
Eu nunca a notei.
Ela ali.
Eu aqui.
De repente o acaso
Coloca-nos lado a lado.
Surpresa!
Adorável surpresa!
Hoje dou risos
Com os seus sorrisos.
Alegro-me com o seu bom-humor.
Faz-me pensar com suas idéias.
Agradeço ao Acaso.
Obrigado Destino
Por ter nos unido.
Por que perdi tanto tempo?
quarta-feira, 2 de maio de 2007
O BEIJO

Um dia especial. Uma noite também especial. Ele estava comemorando uma vitória. O melhor de tudo é que estavam juntos.
Um clube da moda numa cidade grande. Uma boate com música eletrônica, luzes lindas e jovens dançando. Um ambiente incomum para ele, mas ela estava em casa.
O primeiro desafio é proposto por ela. Um brinde com tequila. Ela sabe que ele não bebe. Ela quer testá-lo. Ver se ele tem medo do novo, de situações novas, emoções novas, de sair da rotina. Ele aceita sua proposta. Sal, limão e entorna. Numa golada a tequila desce queimando. Pausa estratégica. Outro brinde. Sal, limão e tequila novamente. Ela se surpreende. Nada vai deixá-lo vulnerável esta noite.
Agora, que ele já estava abastecido, dançaram. Dançaram muito. Ele é novo nesta atividade e tenta acompanhá-la. Teve um desempenho mediano. Não passou vergonha, porém está longe de ser considerado um John Travolta nos seus embalos de sábado à noite.
Ele sente seu perfume. Sua pele é macia e delicada. O coração dele pulsa num ritmo frenético. Aquilo era a Felicidade? Não sabia, mas havia algum tempo que não se sentia daquela forma. Ela ainda era uma incógnita, contudo sentia que estava no caminho certo para alcançar o seu coração. Ela sorri e ilumina a sua noite. A demonstração da sua felicidade traz luz e calor ao coração dele.
Eles estão ficando? São namorados? Amigos coloridos? Ele não sabe. Talvez nem ela saiba. O importante é que eles estavam bem juntos. Uma cumplicidade, um carinho, mãos dadas e risos e sorrisos.
De repente seus rostos vão se juntando naturalmente e lábios se tocam pela primeira vez. Um beijo. Ele sente o seu mel e fica, automaticamente, viciado. O mundo pára. Ele não sabe mais onde está, não ouve mais músicas, não existe mais ninguém ali somente ela. A pessoa mais importante agora se tornou ela. Ele perdeu toda a noção de tempo e espaço.
Ele a abraça com todo seu carinho, todo o seu sentimento e estava muito feliz. Queria ficar ali com ela eternamente. Queria apresentá-la a felicidade eterna estando ao seu lado. Ela também parecia feliz.
Ele já fazia planos com ela na sua cabeça romântica. TOLO! Nada tão bom assim está destinado a durar muito tempo!
Um clube da moda numa cidade grande. Uma boate com música eletrônica, luzes lindas e jovens dançando. Um ambiente incomum para ele, mas ela estava em casa.
O primeiro desafio é proposto por ela. Um brinde com tequila. Ela sabe que ele não bebe. Ela quer testá-lo. Ver se ele tem medo do novo, de situações novas, emoções novas, de sair da rotina. Ele aceita sua proposta. Sal, limão e entorna. Numa golada a tequila desce queimando. Pausa estratégica. Outro brinde. Sal, limão e tequila novamente. Ela se surpreende. Nada vai deixá-lo vulnerável esta noite.
Agora, que ele já estava abastecido, dançaram. Dançaram muito. Ele é novo nesta atividade e tenta acompanhá-la. Teve um desempenho mediano. Não passou vergonha, porém está longe de ser considerado um John Travolta nos seus embalos de sábado à noite.
Ele sente seu perfume. Sua pele é macia e delicada. O coração dele pulsa num ritmo frenético. Aquilo era a Felicidade? Não sabia, mas havia algum tempo que não se sentia daquela forma. Ela ainda era uma incógnita, contudo sentia que estava no caminho certo para alcançar o seu coração. Ela sorri e ilumina a sua noite. A demonstração da sua felicidade traz luz e calor ao coração dele.
Eles estão ficando? São namorados? Amigos coloridos? Ele não sabe. Talvez nem ela saiba. O importante é que eles estavam bem juntos. Uma cumplicidade, um carinho, mãos dadas e risos e sorrisos.
De repente seus rostos vão se juntando naturalmente e lábios se tocam pela primeira vez. Um beijo. Ele sente o seu mel e fica, automaticamente, viciado. O mundo pára. Ele não sabe mais onde está, não ouve mais músicas, não existe mais ninguém ali somente ela. A pessoa mais importante agora se tornou ela. Ele perdeu toda a noção de tempo e espaço.
Ele a abraça com todo seu carinho, todo o seu sentimento e estava muito feliz. Queria ficar ali com ela eternamente. Queria apresentá-la a felicidade eterna estando ao seu lado. Ela também parecia feliz.
Ele já fazia planos com ela na sua cabeça romântica. TOLO! Nada tão bom assim está destinado a durar muito tempo!
POESIA
Já cantei a Morte.
Já cantei a Vida.
Já cantei o Ódio.
Já cantei o Amor.
Mas agora o que cantar?
Estes são os temas da minha vida.
A tristeza da morte,
A grandiosidade da vida.
A loucura do ódio,
E a maravilha do amor.
Tudo isso já cantei.
Mas agora o que cantar?
Acho que não vou mudar,
E cantarei tudo novamente.
Já cantei a Vida.
Já cantei o Ódio.
Já cantei o Amor.
Mas agora o que cantar?
Estes são os temas da minha vida.
A tristeza da morte,
A grandiosidade da vida.
A loucura do ódio,
E a maravilha do amor.
Tudo isso já cantei.
Mas agora o que cantar?
Acho que não vou mudar,
E cantarei tudo novamente.
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